Além dos já conhecidos métodos
contraceptivos disponíveis no mercado (pílulas anticoncepcionais, DIU,
camisinha, entre outros.) considerados reversíveis, e também os irreversíveis
como (Vasectomia e laqueadura tubária), há no mercado novos produtos que
prometem não só evitar gravidez indesejada como proteção contra doenças
sexualmente transmissíveis.
- ADESIVOS: Podem ser colados no braço, barriga, costas ou nádegas, exceto nas mamas, e devem ser trocados uma vez por semana. Depois de 21 dias, ou seja, três semanas, é feita uma pausa e a mulher menstrua. Os hormônios são liberados diretamente na circulação sanguínea, o que evita os desconfortos como enjoos e dor de cabeça.
- CHIP ANTICONCEPCIONAL: O dispositivo é implantado entre os músculos do braço e, oito horas depois do procedimento, já começa a liberar hormônio suficiente para inibir a gravidez por três anos. A mulher não menstrua, mas pode ter sangramentos de escape.
- ENDOCEPTIVOS: e um dispositivo intrauterino, mas diferentemente do DIU este libera um hormônio parecido com a progesterona. Ele age liberando um hormônio chamado levonorgestrel que tona o ambiente intrauterino hostil aos espermatozoides, liberando uma espécie de muco no endométrio e trompa de Falópio que inibe a atuação deles. Esse dispositivo funciona por cinco anos.
- CAMISINHA GEL: Foi desenvolvido um novo tipo de gel para ser utilizado como uma “camisinha vaginal”, protegendo contra gravidez e contaminações por vírus como o HIV e o HPV. Ela tem consistência líquida enquanto está em contato com a acidez vaginal, mas torna-se sólida quando “encontra” o sêmen que é levemente alcalino. O gel consegue proteger de qualquer partícula maior do que 50 nanômetros incluindo esperma, HIV e outros vírus como herpes e HPV, que causam câncer cervical.
Todos esses métodos novos são
muitos sofisticados e prometem evitar a gravidez além de promover um maior bem
esta pra que os utiliza. Mas o uso de preservativos ainda são os mais baratos e
seguros meios de se evitar uma gravidez indesejada e evitar doenças sexualmente
transmissíveis.

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